O Brasil tem sofrido com as chuvas, principalmente nas áreas de encostas e morros. Muitas crianças pequenas moram nesses lugares. Muitas mães não sabem o que fazer para manter a amamentação.

Leia aqui – AMAMENTAÇÃO EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA.
http://www.ibfan.org.br/documentos/ibfan/doc-591.pdf

Nas emergências, o uso, a aquisição, o manejo e a distribuição de fórmulas infantis, leites, mamadeiras e bicos devem ser estritamente controlados, com indicação baseada em recomendações técnicas e em cumprimento com os dispositivos da NBCAL e Lei 11.265/2006.
• As doações de fórmulas infantis não são necessárias e podem arriscar a vida dos bebês. Essa informação deve ser passada rotineiramente e durante a fase precoce de resposta humanitária, aos doadores potenciais, às Forças Armadas e à mídia;
• Deve-se evitar solicitar ou aceitar doações de fórmulas infantis, mamadeiras e bicos. A alimentação artificial deve ser planejada junto com o combustível, equipamentos de cozinha, água potável, instalações sanitárias seguras, treinamento de pessoal e local apropriado e reservado para sua utilização;
• As doações imprevistas de fórmulas infantis, leites, mamadeiras e bicos, devem ser recolhidas, estocadas e ficar sob a responsabilidade da direção da coordenação do programa de socorro humanitário;
• A fórmula infantil só deve ser indicada para lactentes que necessitem de alimentação de substituição da amamentação depois de esgotadas TODAS as possibilidades;